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Parâmetros de modulação na eletroestimulação neuromuscular utilizando corrente russa – Parte 1

A corrente russa vem se constituindo, atualmente no Brasil, num dos aparelhos mais comercializados para os diversos segmentos da fisioterapia (traumato-ortopedia, desportiva, dermato-funcional, ginecologia e obstetrícia), levando um grande número de profissionais a utilizarem esta forma de corrente sob diversas maneiras com os mais variados protocolos.

Entretanto, o que se vê na prática clínica é a ausência de uma metodologia com respaldo científico quanto aos parâmetros de modulação utilizados na corrente russa.

Em virtude da diversidade destes parâmetros moduláveis dividimos o assunto em duas partes. Assim, o presente artigo busca através da revisão de achados científicos e também da prática clínica de seus autores, propiciar aos profissionais que utilizam a corrente russa um maior respaldo para a exploração eficaz desta técnica de eletroestimulação, através da explanação de algumas peculiaridades que envolvem os parâmetros de modulação no aparelho de corrente russa.

Palavras-chave:eletroestimulação, corrente russa, modulação.

Conselho Científico
  • Fábio dos Santos Borges* (fabioborges2000@gmail.com)
  • Fabiana Barroso de Souza**
  • José Tadeu Madeira de Oliveira***
  • Alexsander Roberto Evangelista****

* Fisioterapeuta, Mestre em Ciências Pedagógicas, docente da Universidade Estácio de Sá (UNESA-RJ) e Universidade Iguaçu (UNIG-RJ), fisioterapeuta do Hospital Central do Exército-RJ.
**Fisioterapeuta das Prefeituras Municipais de Campos dos Goitacazes (RJ) e de São João da Barra (RJ).
***Fisioterapeuta, docente da Universidade Iguaçu (UNIG-RJ), Mestre em Parasitologia.
****Fisioterapeuta do Clube de Regatas Vasco da Gama (RJ).

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