Eletroestimulação na espasticidade decorrente de acidente vascular encefálico
A espasticidade é uma alteração motora caracterizada por uma hiperatividade do reflexo miotático, diretamente relacionada à velocidade de estiramento do músculo e secundária à lesão do neurônio motor superior.
Essa alteração decorre principalmente do Acidente Vascular Encefálico, que atualmente é a primeira causa de incapacitação funcional no mundo ocidental. Dessa forma, vê-se a necessidade de se adquirir cada vez mais conhecimentos acerca deste assunto, buscando subsídios para a utilização de recursos que minimizem os efeitos da espasticidade. Partindo desse pressuposto, a eletroestimulação surge como uma proposta de tratamento fisioterapêutica efetiva, na medida em que é baseada no mecanismo da inibição recíproca.
O presente trabalho visa investigar, através da literatura, os efeitos da eletroestimulação sobre a espasticidade. A pesquisa bibliográfica caracterizou-se em exploratória e descritiva, cuja abordagem consistiu no método dedutivo. Através desse trabalho, pode-se sugerir que a eletroestimulação é viável para o tratamento da espasticidade quando associada a outras modalidades terapêuticas.
Palavras-chave: acidente vascular encefálico, espasticidade, fisioterapia, eletroestimulação.
* Fisioterapeuta graduada pelo Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ-PB; Pós-graduada Lato Sensu em Fisioterapia em Unidade de Terapia Intensiva pela Faculdade Redentor – RJ; Mestranda em Terapia Intensiva pela SOBRATI –SP.
**Fisioterapeuta graduada pelo Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ-PB; Pós-graduada Lato Sensu em Fisioterapia em Unidade de Terapia Intensiva pela Faculdade Redentor – RJ.