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Associação da terapia física e medicamentosa no gerenciamento da espasticidade em hemiparéticos vítimas de acidentes vasculares encefálicos

A hemiparesia, uma das conseqüências do acidente vascular encefálico (AVE), pode ser altamente incapacitante, uma vez que o paciente perde a seletividade dos movimentos, prejudicando-o, assim, na realização de atividades diárias.

Pesquisadores intensificaram, nas últimas décadas, buscas por novos embasamentos teóricos respaldados nos princípios da plasticidade neural para a fundamentação da prática clínica em pacientes neurológicos.

Estudos demonstram efeitos positivos da toxina botulínica tipo a (TBA) quando associada às intervenções fisioterapêuticas na redução da espasticidade e melhora do desempenho funcional dos pacientes.

Portanto, o objetivo deste trabalho é fornecer um embasamento teórico fundamentado nos princípios da plasticidade neural para a prática clínica do paciente neurológico adulto.

Palavras-chave: recuperação motora, neuroplasticidade, acidente vascular cerebral.

Conselho Científico
  • Marco Antonio Orsini Neves*
  • Júlia Fernandes Eigenheer**
  • JKelly Lemos Cupti***
  • Júlio Guilherme Silva****
  • Juliana Bittencourt Marques*****
  • Reny S. Antonioli******
  • Victor Hugo Bastos*******

* Mestre, Professor Pesquisador do Serviço de Fisioterapia Neurológica (FESO – Teresópolis).
**Graduada em Fisioterapia (ESEHA).
***Especialista em Neuropediatria (UFSCar).
****Graduanda (FESO – Teresópolis).
*****Graduanda em Fisioterapia – (FESO- Teresópolis).
******Mestre, Professor Pesquisador (FESO - Teresópolis).

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