Associação da terapia física e medicamentosa no gerenciamento da espasticidade em hemiparéticos vítimas de acidentes vasculares encefálicos
A hemiparesia, uma das conseqüências do acidente vascular encefálico (AVE), pode ser altamente incapacitante, uma vez que o paciente perde a seletividade dos movimentos, prejudicando-o, assim, na realização de atividades diárias.
Pesquisadores intensificaram, nas últimas décadas, buscas por novos embasamentos teóricos respaldados nos princípios da plasticidade neural para a fundamentação da prática clínica em pacientes neurológicos.
Estudos demonstram efeitos positivos da toxina botulínica tipo a (TBA) quando associada às intervenções fisioterapêuticas na redução da espasticidade e melhora do desempenho funcional dos pacientes.
Portanto, o objetivo deste trabalho é fornecer um embasamento teórico fundamentado nos princípios da plasticidade neural para a prática clínica do paciente neurológico adulto.
Palavras-chave: recuperação motora, neuroplasticidade, acidente vascular cerebral.
* Mestre, Professor Pesquisador do Serviço
de Fisioterapia Neurológica (FESO – Teresópolis).
**Graduada em Fisioterapia (ESEHA).
***Especialista em Neuropediatria (UFSCar).
****Graduanda (FESO – Teresópolis).
*****Graduanda em Fisioterapia – (FESO- Teresópolis).
******Mestre, Professor Pesquisador (FESO
- Teresópolis).