Influência da equoterapia na função motora na paralisia cerebral diparética
O objetivo deste estudo foi verificar a função motora em um paciente com paralisia cerebral diparético (PC-D), submetido a equoterapia.
Métodos: inicialmente foi avaliado um único sujeito do sexo masculino, 6 anos de idade, com diagnóstico de PC-D, antes e após o tratamento na equoterapia, através da escala GMFM-66. A seguir foi realizado o tratamento terapêutico na equoterapia no Centro Eqüestre Lucas Campana, uma vez por semana, por 60 minutos cada sessão.Após cinco meses de tratamento, o sujeito foi reavaliado segundo a mesma escala inicial. Durante o período de tratamento na equoterapia, o sujeito também realizava terapia fisioterapêutica convencional, uma vez por semana. Após análise dos dados verificou-se melhora nas funções motoras, como: sentar, engatinhar, ajoelhar, andar, correr e pular.
Conclusão: a equoterapia pode auxiliar na otimização das funções motoras, juntamente com a complementação de outros tipos de terapia como a fisioterapia convencional e hidroterapia.
Palavras-chave: paralisia cerebral, equoterapia, função motora, GMFM - 66.
* Fisioterapeutas graduados pelo Centro Universitário Hermínio Ometto – Uniararas.
**Fisioterapeuta, Especialista em Fisioterapia aplicada à Neurologia Infantil – Unicamp, Mestre em Ciências Médicas – Unicamp, Doutoranda em Ciências Médicas – Unicamp, Docente do curso de Fisioterapia – Uniararas, Supervisora de estágio em Neurologia – Unip Campinas.
***Fisioterapeuta, Especialista em Neurologia Infantil – Unicastelo, Docente do curso de Fisioterapia – Uniararas.