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Eletrodos de superfície para eletroestimulação

Este trabalho teve como objetivo revisar a bibliografia existente para comparar os diferentes tipos de eletrodos de superfície utilizados na prática diária da fisioterapia, bem como orientar quanto às melhores formas de uso e precauções a serem tomadas.

Foi verificado que há pouca base teórica sobre o assunto. Os eletrodos variam em muitos aspectos, tais como tipo de material utilizado, impedância, tamanho, forma, vida útil, custo, flexibilidade e técnica de aplicação.

A maior parte dos profissionais praticamente não dá importância a estes aspectos, e com isso, não obtêm a resposta esperada. Foi evidenciado que os eletrodos de borracha siliconizada impregnada com carbono são os que melhor atendem aos requisitos básicos da prática diária, embora os adesivos sejam os mais práticos.

Palavras-chave: eletrodos, impedância, eletroterapia, eletroestimulação transcutânea, fisioterapia.

Conselho Científico

* Fisioterapeuta, Mestrando em engenharia biomédica pela COPPE – UFRJ, Pós-graduado em Eletrotermofototerapia pela Universidade Federal de Pernambuco, Fisioterapeuta do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho e do Hospital Estadual Anchieta

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Fisioterapia SER (vol:2 n° 2)

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